sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Caso 2.




No més de maio de 2001, a Folha de S. Paulo publicou um editorial (01/05) e uma notícia (04/05), nos quais se relata o caso de uma escola particular de classe média alta do Rio de Janeiro que expulsara quatro de seus alunos por terem usado droga (maconha). O editorial comenta o dilema que a escola pós aos alunos: dizer a verdade e enfrentar um castigo como a expulsáo ou mentir e escapar ao castigo? A escola expulsou os alunos que confessaram e náo, obrigatoriamente, todos os que fumaram maconha. O jornal indaga aos leitores se a escola náo acabou por ensinar a “lei de Gérson” na qual mentir para obter vantagens pessoais é mais vantajoso que dizer a verdade e sofrer as conseqiéncias. Na noticia do dia 4/05, o jornal relata que a escola, após a expulsáo dos alunos, realizou uma grande assembléia com pais de alunos (segundo o jor nal estavam presentes mais de 230 pessoas) para que fosse discutido o que fazer em caso de uso de drogas pelos alunos. Ouviram-se as mais variadas opinióes e chegou-se a conclusáo que estabelecer limites claros e exigir que sejam cumpridos sáo elementos fundamentais para a educacáo dos adolescentes A noticia finaliza dizendo que a escola promoveu o debate como uma forma de expressar as suas próprias dúvidas sobre o assunto. A diretora da escola disse que náo iria rever a expulsáo já realizada, mas que pretendia iniciar um processo permanente de diálogo com os pais e alunos por meio de grupos de discussáo de vários temas.

Perguntas:
1. Fazendo o comparativo entre as duas escolas (Pública e privada)  dos dois  casos estudados, você percebe alguma diferença no tratamento ético ? Justifique sua resposta.

2. Na sua opinião, há algo no comportamento do diretor que pareça estranho ou surprendente ?. Justifique sua resposta.



REFERÊNCIAS 

MENIN, M, S.S. Valores na escola. Educação e Pesquisa. São Paulo, v.28, n.1, p. 91 -100, jan/jun.2002.




11 comentários:

  1. Desliga o freezer a noche - Caroline R. Oliveira, Victoria Katata, Vytor, Marcelo, Giovanni e Bruno Santos.

    1. Fazendo o comparativo entre as duas escolas (Pública e privada) dos dois casos estudados, você percebe alguma diferença no tratamento ético ? Justifique sua resposta.
    R: Não, pois ambas as escolas agiram de forma errada ferido a ética tanto para com os alunos como para com os responsáveis do mesmo. Sabe-se que existe níveis de equívocos, mas que ao tratar das ações de ambos diretores esses não respeitaram o próximo, causando-os constrangimento perante os seus colegas. No primeiro caso além de ferir a ética feriu também a moral, invadindo o espaço e o corpo de uma criança e no segundo caso não levaram em consideração do por que tais alunos agiram daquela maneira.

    2. Na sua opinião, há algo no comportamento do diretor que pareça estranho ou surprendente ?. Justifique sua resposta.
    R: Ao observarmos o caso exposto, podemos concluir que o diretor agiu de forma surpreendente, uma vez que puniu os alunos de forma errônea, isto é, haveria sim que ter uma punição mas não a expulsão ao passo que somente alguns alunos que usaram drogas foram sujeitos ao tal. Dessa maneira, sabendo que os alunos confessaram - disseram a verdade - o diretor deveria ter uma conversa com seus alunos a fim de conscientiza-los, respaldando que dizer a verdade é sempre o melhor caminho, além de comunicar os pais e pedir que esses acompanhem o filho no trabalho comunitário, o qual seria a punição mais adequada. E não apontar dois caminhos que os alunos poderão segui: o aluno poderá levar essa atitude como lembrete para não ter novamente tal atitude ou poderá seguir o caminho da mentira para se livrar da punição drástica. Por via das duvidas é melhor apontar apenas um caminho, no qual a verdade é a melhor opção.

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    1. Equipe Desligue o freezer a noche, considermos que as respostas foram adequadas apresentando discussões e reflexões pertinentes no contraste dos casos.

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  2. O CLUBE DAS WINX- Alexandra, Andréa, Jaqueline, Natalia, Pedro e Willian.

    Questão 1
    R: Não, nos dois casos deveria ter sido feito um debate com os alunos, pais e gestores, para assim tomar uma atitude. Neste segundo caso por ser uma escola privada eles não queriam que fosse divulgado já que a sociedade acha que drogas só acontece em instituições públicas. Mas mesmo assim o Conselho Tutelar deveria ter sido acionado. Outro erro cometido foi não ter tido certeza de quem realmente praticou o uso da maconha e mesmo assim ter aplicado a pena de expulsão.

    Questão 2
    R: O diretor agiu de forma surpreendente porque ele puniu apenas aqueles que confessaram (os que fizeram o certo). Fazendo uma citação de Mário Sérgio Cortella- 'Ele orienta sem oprimir e ensina sem humilhar'.

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    1. Equipe O clube das Winx, certamente situações que envolvem escolas públicas e particulares devem ter o mesmo tratamento, considerando o princípio ético da igualdade. Além disso, o diretor não procurou saber sobre quem estava certo e errado.

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  3. CACTUS LOVERS - Mariele, Mateus, Wileni, Flávia, José, Ighor.
    01. Não, ambos os casos desrespeitaram os alunos, na primeira situação a "solução" da diretora foi invasiva e feriu a privacidade dos envolvidos, já no segundo caso, a diretora não tentou buscar provas concretas de quem havia utilizado as drogas e agiu de maneira precipitada já optando pela expulsão. Concluindo, ao invés de procurar os pais para debater e resolver o problema, as diretoras não tiveram ética profissional.

    02. Nos surpreendemos com o comportamento da diretora, pois esta não
    tentou buscar algo concreto que revelassem os alunos que realmente estavam usando drogas, ela apenas ouviu a lado de cada um e os que optaram pela mentira saíram impune, enquanto os que confessaram foram expulsos. Ou seja, houve um equívoco, pois deveria haver justiça para que todos os que praticaram a ação fossem punidos de maneira igualitária. O que tiramos desse caso é que a diretora incentivou de forma não clara "a mentira", pois os que mentiram não foram expulsos, assim vemos um comportamento estranho para alguém que deveria dar o exemplo.

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    1. Equipe Cactus Lovers, de fato o grupo apresentou uma vertente da ética. Suas respostas justificam de forma correta o tratamento do caso feito por ambas escolas.

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  4. 1-Fazendo o comparativo entre as duas escolas (Pública e privada) dos dois casos estudados, você percebe alguma diferença no tratamento ético ? Justifique sua resposta.
    Não, pois nos dois casos podemos perceber que os diretores agiram com atitudes incorretas, desrespeitando os próprios alunos. No primeiro caso a diretora foi infratora e atingiu a privacidade dos alunos, já na segunda situação, o diretor não procurou compreender os fatos que levou os estudantes agirem de tal maneira e a instituição não tinha indícios explícitos de quem estava utilizando as drogas.

    2-Na sua opinião, há algo no comportamento do diretor que pareça estranho ou surprendente ?. Justifique sua resposta.
    A conduta do diretor foi algo que surpreendeu,pois ele penalizou os alunos sem ter provas concretas que estavam utilizando drogas e punindo somente aqueles que disseram a verdade e aqueles que priorizaram a mentira não teve nenhum tipo de punição. A forma que o diretor agiu incentivou os alunos a optarem pela mentira, para não serem punidos de maneira drástica.
    Grupo Sextastico: Beatriz Barros,Francine Lima,Gabriela Venâncio,Julio Cesar,Natalia Cardamone e Rafaella Dorigo.

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    1. Equipe Sextastico, o grupo apresentou argumentos coerentes em relação à temática discutida. Vimos que a atitude da direção da escola pode ser para disciplinar ou educar moralmente como, por exemplo,esperar que os alunos confessem seus erros voluntariamente.

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  5. 1- A diferença entre os casos, foi que a diretora do segundo caso deu oportunidade de os alunos confessarem se estavam ou não levando drogas para escola, o que não foi possível no primeiro caso. A diretora do primeiro caso, cometeu uma atitude imediata de investigação, infringindo a intimidade e os direitos dos alunos.

    2- O estranho no caso 2 é o fato da expulsão dos alunos como forma de punição imediata (talvez uma forma desesperada de tentar resolver uma ocorrência de tamanha gravidade), acreditamos que outras medidas poderiam terem sido tomadas antes de chegar a esse ponto. O que foi surpreendente de forma positiva foi a iniciativa pós o ocorrido, pois os pais são fundamentais no processo de formação educacional dos alunos e devem estar por dentro da vida escolar, assim participando junto com a escola ajudando a combater problemas como este, sugerindo ideias e chegando a um acordo para melhor solução, ou seja, os responsáveis pelos docentes também devem interferir, uma vez que o comportamento fora da escola reflete dentro dela. Isso poderia ser feito antes mesmo da expulsão dos alunos, visando corrigir a postura dos envolvidos para que futuramente não voltassem a cometer os mesmos erros, os preparando melhor para a sociedade.

    Grupo: Heitor, Mariana e Vitor Galvão.

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    1. Heitor, Mariana e Vitor Galvão, vocês destacaram ações fundamentais que a escola deve ter quando tais situações possam vir a ocorrer como a participação conjunta da família.

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  6. Las Brujas - Murilo, Carol Dantas, Milene, Taina, Reynaldo e Vinícius

    1. Não há diferença, no primeiro caso e no segundo caso não houve uma conversa para explicar o que ocorreu, e qual seria a atitude da escola em relação ao que ocorreu, a escola tomou atitudes imediatas, extremas, demonstrando dessa forma que não houve a ética profissional em ambos os casos.

    2. Por ser uma escola de classe média alta, é um caso estranho, pois a diretora tomou atitude imediata sem antes avaliar o caso, sem comunicar todos da escola ( direção, professores) para saber a opinião de terceiros, a assembleia realizada após a expulsão dos alunos foi uma iniciativa que deveria ter ocorrido antes.

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